quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
A AÇAO TRANSFORMADORA DE DEUS
TEMA A AÇAO TRANSFORMADORA DE DEUS
Ezequiel 37
1 A mão do SENHOR estava sobre mim, e por seu Espírito ele me levou a um vale cheio de ossos. 2 Ele me levou de um lado para outro, e pude ver que era enorme o número de ossos no vale, e que os ossos estavam muito secos. 3 Ele me perguntou: “Filho do homem, estes ossos poderão tornar a viver?” Eu respondi: “Ó Soberano SENHOR, só tu o sabes”. 4 Então ele me disse: “Profetize a estes ossos e diga-lhes: Ossos secos, ouçam a palavra do SENHOR! 5 Assim diz o Soberano, o SENHOR, a estes ossos: Farei um espírito entrar em vocês, e vocês terão vida. 6 Porei tendões em vocês e farei aparecer carne sobre vocês e os cobrirei com pele; porei um espírito em vocês, e vocês terão vida. Então vocês saberão que eu sou o SENHOR”. 7 E eu profetizei conforme a ordem recebida.
O VALE DA MORTE
Vale, ou planície, é um lugar aberto entre montanhas, muitas vezes aprazíveis. O que não é o caso deste vale (ou planície) aqui em Ezequiel. Muito pelo contrário!
Apesar de estarmos num vale, à primeira vista a visão é assustadora. Não há sinal do verde das plantas, do canto dos pássaros nem do colorido das flores. A paisagem é fúnebre. O ambiente parece reduzido à ausência de vida. Há silêncio e morte! Desespero, desolação, e sonhos desfeitos. Esse é o contorno do vale – do vale da morte, do vale dos ossos secos.
Torna-se mais chocante ainda quando descobrimos que esse mesmo vale foi palco da beleza da glória de Deus. Nesse mesmo vale (Vale do Cedrom, situado a leste da cidade de Jerusalém e que separava o monte do templo do Monte das Oliveiras), se deu o chamado de Ezequiel.
“22 A mão do SENHOR esteve ali sobre mim, e ele me disse: “Levante-se e vá para a planície (o vale), e lá falarei com você”. 23 Então me levantei e fui para a planície (o vale). E lá estava a glória do SENHOR, glória como a que eu tinha visto junto ao rio Quebar. Prostrei-me, rosto em terra,” (Ez 3.22-23 – NVI).
Incrível, mas esse mesmo vale de glória, tornara-se em vale de ossos secos – vale de morte!
Os ossos representam os israelitas no exílio. Já estavam ali na Babilônia há dez anos, e quaisquer vislumbres de esperança que tinham no início, quando lá chegaram por conta de seus pecados, já estavam totalmente extintos. Suas esperanças se foram e, como ossos expostos ao sol, estavam completamente secas.
Então ele me disse: “Filhos do homem, estes ossos são toda a nação de Israel. Eles dizem: ‘Nossos ossos se secaram e nossa esperança desvaneceu-se; fomos exterminados’... (Ez 37.11 – NVI).
A NECESSIDADE DA AÇAO DE DEUS
Qual era a real situação de Israel? Que relação há entre eles naquele tempo e nós hoje em dia?
1. O povo de Deus estava desprovido de vida espiritual
O profeta ISAÍAS, ao comtemplar a condição espiritual da nação, disse: “Este povo está enfermo da cabeça aos pés” (Is 1.4-6). Isaías chamou o povo ao arrependimento, mas ele não quis ouvir: “Quem creu em nossa pregação?” (Is 53.1).
O profeta AMÓS olhou para o povo e viu que o culto estava sem vida, a música era apenas um barulho estridente aos ouvidos de Deus e chamou a nação ao arrependimento, mas eles não quiseram ouvir (Am 6).
O profeta OSÉIAS olhou para a nação e viu sua infidelidade, sua instabilidade espiritual, sua depravação moral e chamou o povo ao arrependimento, mas eles não quiseram ouvir (Os 14).
Deus mandou o profeta MIQUÉIAS e este concluiu que o povo estava enfadado de Deus. O povo não quis ouvir.
Deus enviou o profeta JEREMIAS e este chorou porque o povo havia abandonado a Deus, o manancial de águas vivas e cavado para si cisternas rotas. Deus falou inúmeras vezes: chamou, aconselhou, exortou, mas o povo não quis ouvir.
Deus chamou o povo pelo amor e este não veio. Então, Deus mandou o açoite, o chicote, a espada, o cerco do inimigo, o cativeiro. A Babilônia veio e levou o povo para o cativeiro.
Agora, Ezequiel vê o progresso do mal. Vê os resultados da desobediência, os frutos amargos da rebeldia. Agora não é apenas um povo doente. A enfermidade dá lugar à morte e a morte à desintegração orgânica. Agora estava ali um monte de ossos secos, sem vida, sem esperança. Era a maquete da desesperança, o retrato de um povo caído, com a esperança morta.
O v. 11 diz que os ossos secos eram toda a casa de Israel. O v. 13 diz que eles estavam em sepulturas existenciais. Haviam antecipado a morte por não terem tomado posse da vida.
2. O povo de Deus estava disperso
Havia falta de vida e também falta de comunhão – uns estavam em Israel, enquanto outros viviam na Babilônia. O que os separava, além da distância geográfica, era o ódio, o ressentimento. Os de lá diziam: “Por que eles foram se render!”; os de cá diziam: “Por que eles não se renderam também!”.
O pecado separa, divide, afasta as pessoas. Eles estavam não apenas sem vigor, mas também dispersos. Há falta de comunhão. Há fissuras na comunhão. Há muros que nos separam, feridas abertas nos relacionamentos, distância uns dos outros.
3. O povo de Deus manifestava sinais de morte
a) Um morto não tem apetite – Uma pessoa morta espiritualmente não tem fome e sede de Deus. Ele não tem prazer na leitura da Bíblia. O culto para ele é uma canseira. Uma pessoa morta não sente saudade de Deus, não ama a Deus, não busca em primeiro lugar o reino. O que a atrai são os prazeres do mundo, a fascinação da riqueza, a estima dos homens.
b) Um morto é insensível – Deus fala, chama, exorta, mas as pessoas não escutam. São surdas espiritualmente. Elas não se constrangem com o amor de Deus, nem se abalam com o fogo do inferno. Não se importam com a condição dos perdidos. Mordem umas às outras. Ou, quando muito, agem por conveniência.
c) Um morto não tem ação – O morto não se levanta, não trabalha para Deus, não tem tempo para Deus. Não cuida do próximo.
d) Um morto é alguém de quem a vida está absolutamente ausente – Um morto afasta as pessoas – frieza, fedor, feiura. Ele se deteriora sozinho; até virar um monte de ossos secos. Talvez há pessoas espiritualmente mortas aqui. Há maridos, esposas, filhos e pais mortos.
O AGENTE DA RESTAURAÇÃO
1. Deus é quem toma a iniciativa da restauração
Tudo provém de Deus. Ele é quem escolhe. Ele é quem nos chama. Ele é quem justifica. Ele é quem transforma. Ele é quem levanta da morte. A iniciativa da restauração vem de Deus.
É Deus quem faz Ezequiel andar no meio do vale – chamando a sua atenção para a realidade (v. 1-2)
1 Veio sobre mim a mão do Senhor; ele me levou pelo Espírito do Senhor e me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos, 2 e me fez andar ao redor deles; eram mui numerosos na superfície do vale e estavam sequíssimos.
É Deus quem pergunta ao profeta – fazendo-o recobrar a esperança (v. 3)
Então, me perguntou: Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos? Respondi: Senhor Deus, tu o sabes
É Deus quem manda o profeta profetizar – levando-o a agir (v. 4)
Disse-me ele: Profetiza a estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor.
Enfim, toda a ação para levantar da morte é iniciativa divina – possibilitando, assim, a restauração (v. 5-6).
5 Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que farei entrar o espírito em vós, e vivereis. 6 Porei tendões sobre vós, farei crescer carne sobre vós, sobre vós estenderei pele e porei em vós o espírito, e vivereis. E sabereis que eu sou o Senhor.
Alguém, então, poderá dizer: “Se é Deus quem toma a iniciativa em tudo, até de me escolher, eu não tenho que fazer coisa alguma, já está tudo determinado!”.
Digo-lhes que é muito pelo contrário: A iniciativa de Deus é a única garantia de que eu poderei de fato ser restaurado! E mais, a iniciativa de Deus, e somente ela, me coloca em ação, na condição de poder mudar de vida e ver outros também mudarem! Ouça Paulo:
2. Deus é quem age milagrosamente levantando os mortos da sepultura espiritual
Deus perguntou ao profeta: “Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos?” (v. 3).
Os céticos diriam: Impossível!
Os incrédulos diriam: Jamais!
Os animadinhos diriam: É pra já!
Mas Ezequiel, cônscio da soberania de Deus, disse: “Senhor Deus, tu o sabes” (v. 3).
Se Deus quiser, os mortos se levantam. Se Deus quiser, o leproso fica limpo. Se Deus quiser, o paralítico anda. Se Deus quiser, o bêbedo se torna sóbrio. Se Deus quiser, o drogado fica livre. Se Deus quiser, o feiticeiro corre arrependido para os braços de Jesus.
Se Deus quiser, o pecador se arrepende e volta à vida. Afinal, é Deus que opera em nós tanto o querer como o realizar, para que se possa desenvolver a salvação com temor e tremor.
Deus pergunta hoje: É possível a sua vida receber uma poderosa restauração? É possível esta igreja ser cheia do Espírito Santo? É possível que o povo evangélico dessa nação se torne como tochas acesas nas mãos do Senhor? É possível termos líderes cheios da unção do alto? É possível termos jovens santos? É possível termos famílias piedosas? É possível esta igreja ser uma igreja fervorosa? É possível esta igreja ser uma ganhadora de almas?
Porque não existe impossível para Deus.
Ezequiel nos ensina a responder dizendo: “Senhor Deus, tu o sabes!” Se Deus quiser, ele pode fazer o impossível acontecer na sua vida, na sua família, ele pode fortalecer os fracos, levantar os caídos, salvar os perdidos, libertar o escravo. Se Deus quiser, ele pode inflamar esta igreja e a sua casa para a glória do nome dele.
E se ele quiser, como poderá ser? Como devemos agir?
OS INSTRUMENTOS DA AÇAO DE DEUS
1. A pregação da Palavra de Deus pelo povo de Deus
Deus então diz: “Profetiza a esses ossos: ossos secos, ouvi a Palavra do Senhor” (v. 4).
É pela Palavra que Deus chama os mortos à vida. Não há outro instrumento.
Hoje muitas igrejas têm abandonado a Palavra, têm pregado outro evangelho, têm pregado doutrinas de homens, têm pregado o que o povo quer ouvir. Mas se queremos ver os mortos recebendo vida, se queremos ver conversões verdadeiras, precisamos pregar a Palavra.
Há poder na Palavra! A Palavra é o poder de Deus para a salvação. A Palavra deve ser pregada com lágrimas e no poder do Espírito.
Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? (Rm 10.14)
2. A oração do Povo de Deus
Além de profetizar, Deus diz que Ezequiel deveria orar: “Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam” (v. 9).
Está certo que a iniciativa é de Deus, mas, em sua graça soberana, Deus determinou que tomaria iniciativas mediante a oração de seu povo: “Nada tendes porque não pedis” (Tg 4.2 – ver também: Lc 11.9-10).
Mas, por que deve ser assim, se ele sabe de todas as coisas, antes mesmo de as pedirmos (Mt 6.8)? Por que orar, se Deus é soberano? A oração afirma fé e confiança, aumenta o nosso gozo e amadurece a nossa comunhão com Deus.
Paulo sabia que Deus só restauraria os judeus impenitentes de seus dias, se orasse por eles! É impressionante que ele diz isso no contexto menos provável possível aos nossos olhos. Ele diz isso quando está discorrendo sobre a doutrina da eleição!
Por isso é que afirmamos que a Doutrina da Eleição (a soberania de Deus), quando corretamente entendida, nos faz homens e mulheres de oração e evangelização. O contrário disto não provém da Escritura, mas de sistemas humanos – de doutrinas de demônios.
3. A intervenção do Espírito Santo de Deus
O v. 5 diz que é quando o Espírito entra nesses ossos que eles recebem vida.
O v. 9 diz que quando o Espírito vem e assopra sobre os ossos secos, eles recebem vida.
O v. 10 diz que quando o Espírito entrou neles, eles se levantaram como um exército.
Precisamos do sopro do Espírito trazendo vida, levantando os caídos, ressuscitando os mortos espirituais. É o Espírito Santo quem regenera, quem convence do pecado, da justiça e do juízo, quem nos batiza no corpo, quem nos dá nova vida.
Por isso que oramos pedindo que ele venha.
O PROCESSO DA AÇAO DE DEUS
1. Ruído (v. 7)
Houve um ruído, um barulho, uma agitação – ossos batendo em ossos, cada osso se ajuntando ao seu. Mas isso ainda não é vida. Restauração não é barulho, agitação, estardalhaço, gritaria, emocionalismo. Pode até passar por aí, mas não é isso aí!
Não se gera vida com propaganda, com marketing, com barulho. Pode atrair, mas não haverá de transformar.
Ezequiel não confundiu barulho com criação, nem ativismo com unção, nem agitação com avivamento.
2. Ajuntamento (v. 7)
Houve um processo. Os ossos que estavam espalhados, dispersos, se ajuntaram, cada um ao seu. Voltaram às suas origens. Ficaram em ordem, mas ainda eram ossos secos, sem vida.
Talvez ficássemos satisfeitos com isto. Ezequiel não. De que vale um bando de esqueletos? Eles poderiam por acaso lutar as guerras do Senhor?
3. Tendões e carne (v. 8)
Eles agora estavam em pé. Agora tinham uma estrutura. Agora pareciam gente. Mas ainda estavam mortos. Podemos ter estrutura, doutrina, preceitos, mas ainda falta vida. Podemos ter religião, podemos frequentar a igreja, mas precisamos de vida.
4. Pele (v. 8)
Agora eles tinham aparência, beleza, formosura, mas ainda estavam mortos. Eram cadáveres. Você pode parecer filho de Deus, poder aprender um vocabulário evangélico e ter cacoete de crente, ser manso e humilde, parecer ser filho de Deus e ainda não estar vivo!
Os fariseus eram bonitos por fora, mas estavam mortos como túmulos caiados. É preciso mais, é preciso que o Espírito Santo nos vivifique!
5. O Espírito
Só o Espírito pode regenerar a sua alma. Só o Espírito pode transformar a sua vida, só o Espírito pode trazer restauração ao seu lar e em nosso meio.
Só o Espírito pode fazer jorrar rios de águas vivas de dentro de nós, de nossos lares e de nossa igreja.
Só o Espírito Santo pode nos dar poder e fazer você, a sua família e esta igreja levantar-se como um poderoso e numeroso exército, marchando para a glória de Deus!
OS RESULTADOS DA AÇAO DE DEUS
1. Os ossos secos passaram a viver e se puseram em pé como um exército – v. 10
Deus pode nos levantar. Deus pode nos unir. Deus pode nos dar um só coração, um só propósito, para sermos nesta igreja como um exército do Senhor; e temos visto que ele começou esta obra entre nós. Quem esteve aqui domingo passado à noite presenciou o mover santo e indescritível de Deus. Ele pode fazer isto na sua vida e em sua casa.
2. Os ossos secos saíram da sepultura existencial – v. 12-13
Não importa quão profunda seja a sepultura existencial em que você se encontra; em que buraco existencial você se enfiou.
Nesta noite, o Espírito Santo pode quebrar o poder da morte em sua vida, desatar você das vestes mortuárias e fazer de você uma pessoa livre, cheia de vida!
3. Uma experiência profunda com Deus – v. 6, 13, 14
Então sabereis que eu sou o Senhor (v. 6)
Sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir a vossa sepultura e fizer você sair dela (v. 13).
Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra. Então, sabereis que eu, o Senhor, disse isto e o fiz, diz o Senhor (v. 14).
4. Unidade espiritual – v. 22-25
Nunca mais Israel seria duas nações. A divisão que rasgou a nação no meio não mais existiria. Em Cristo, todos se tornariam um: judeus, judeus e gentios, inimigos antigos, etc.
Deus restaura relacionamentos quando o Espírito Santo sopra sobre nós. Acabam-se as mágoas, as fissuras e surge a unidade – brota a comunhão alegre e abençoadora.
5. Comunhão íntima e contínua com Deus – v. 26-28
26 Farei com eles aliança de paz; será aliança perpétua. Estabelecê-los-ei, e os multiplicarei, e porei o meu santuário no meio deles, para sempre. 27 O meu tabernáculo estará com eles; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. 28 As nações saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando o meu santuário estiver para sempre no meio deles. (Ez 37.26-28)
Deus quer nos restaurar para nos dar a si mesmo como tesouro maior. Por isso que Paulo, em Rm 1.1, fala do “evangelho de Deus”. Deus é o evangelho. Ele é o nosso tesouro.
Deus nos salva e nos santifica, Deus nos restaura, para desfrutarmos de comunhão com ele.
A nossa maior recompensa é Deus; nossa maior herança é Deus. A vida eterna é conhecer a Deus. O céu é comunhão com Deus. O Espírito nos tira da morte e nos restaura para termos comunhão com Deus. Avivamento é comunhão com Deus! Amém!
Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; (1Pe 3.18).
Se Deus restaurou um vale de ossos sequissimos isto nos mostra que não há problema que seja impossível para ele.
Por pior que seja a sua situação ele pode mudar hoje.
sábado, 14 de janeiro de 2012
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
fruto do espirito : bondade
FRUTO DO ESPÍRITO – BENIGNIDADE, Bondade, amabilidade, a delicadeza
TEXTO PRINCIPAL: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. (Gálatas 5:22)
Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Corrigida.
-Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, N.V.I
Mas o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade,a humildade e o domínio próprio.N.T.L.H
Hoje vamos dar continuidade a esta serie sobre o fruto do espírito.
A maioria de nós é adepto da indiferença pacífica. Jesus pregou a resistência pacífica ao mal, quando pediu que oferecêssemos o outro lado do rosto à bofetada.
Nós inventamos a indiferença pacífica. Se Fulano não é simpático comigo, não serei simpático com ele e pronto.
Se Beltrano não pergunta o meu nome, também não pergunto o seu e estamos quites.
Se Sicrano não sorri para mim, não sou eu quem vou abrir os dentes, para ele, talvez, receber uma cara feia de volta.
Se vivemos assim, precisamos ser incomodados pelo Espírito Santo, porque a indiferença não vem de Deus.
A benignidade é uma dimensão do fruto do Espírito que não pode faltar ao cristão, como já recomendava a sabedoria hebraica:
Não se afastem de ti a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço, escreve-as na tábua do teu coração; assim acharás favor e bom entendimento à vista de Deus e dos homens. (Provérbios 3.3)
O termo no original é CHRESTOTES, que significa gentileza, generosidade, a capacidade de promover o BEM e é, uma das manifestações do amor. “O amor é… benigno”(I Co 13.4).
Outras passagens associam a benignidade à misericórdia. Ser benigno é ser amoroso, misericordioso e compassivo, até mesmo com quem não merece.
Cristãos que frutificam podem alcançar duas dimensões da benignidade:
A EMPATIA, que tem a ver com sentimento e a SIMPATIA, que tem a ver com tratamento.
1. EMPATIA é o interesse que alguém tem em sentir o que seu próximo sente. Se o outro chora, o benigno chora. Se o outro ri, o benigno ri. Se o outro está angustiado, o benigno se angustia. Assim, em lugar de "não estar nem aí" pelo outro, o benigno se interessa não só pelas necessidades do outro, mas pelos seus sentimentos. Benigno, portanto, é aquele que se interessa pelos sentimentos dos outros. (Gálatas 6:2) levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de cristo.
2. SIMPATIA é o desejo de se relacionar, de ser agradável; tem a ver com polidez, calor, aplauso, sorriso. As pessoas gostam de se relacionar com Jesus, havia simpatia nele.
“Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Efésios 4.31-32)
Ser benigno é ser um promotor do bem, é fazer o bem em qualquer circunstância, ao passo que ser bondoso é ter a capacidade de emanar atos de bondade.
Então, de uma maneira bem simples podemos concluir que a benignidade está ligada ao fazer e a bondade esta ligada ao ser!
Bondade é o amor em ação.
Esta bem exemplificado na parábola do bom samaritano
Jericó ficava a 30 km de Jerusalém, mas você pode observar no mapa que Jerusalém ficava no planalto e Jericó ficava abaixo do nível do mar. Jerusalém ficava 800 metros acima do nível do mar e Jericó, 400 metros abaixo do nível do mar. Eram 1200 metros de descida, portanto, para um viajante que saía de Jerusalém e se dirigia a Jericó. Imagine um percurso de 30 km, a pé ou em um jumento, talvez, numa descida de 1200 m. Esse era o trajeto feito pelo homem. Aquela era uma estrada muito acidentada, cheia de despenhadeiros, curvas, passagens estreitas. Isso facilitava o ataque de bandidos, o que tornava a estrada muito perigosa e todos os que passavam por lá sabiam disso. Imagino que a maioria das pessoas somente se atreviam a fazer uma viagem assim se estivessem em grupo, por segurança. Se aquele homem estava viajando sozinho, possivelmente tinha extrema necessidade de fazer isso. Indefeso, foi assaltado por um bando de salteadores
três atitudes que podemos para com as pessoas
1. Uma atitude egoísta: “o que é seu, é meu”
O versículo 30 nos apresenta o primeiro tipo de atitude que podemos ter para com as pessoas. Ele diz: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto”.
Essa primeira atitude é ilustrada pelos assaltantes, os quais roubaram o viajante. Trata-se de uma atitude egoísta, cuja máxima é: “o que é seu, é meu”. Nessa agenda, nos aproximamos dos outros com interesses próprios, pensando apenas em como nós poderíamos ser beneficiados. Pessoas com esse tipo de agenda, não se aproximam de alguém que não tenha nada a lhes oferecer.
2. Uma atitude exclusivista: “o que é seu, é seu; o que é meu, é meu”
Os versículos 31 e 32 nos apresentam o segundo tipo de atitude que podemos ter para com as pessoas. Eles dizem: “Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado”.
Essa segunda atitude é ilustrada pelo sacerdote e pelo levita, os quais foram indiferentes ao viajante. Trata-se de uma agenda exclusivista, cuja máxima é: “o que é seu, é seu; o que é meu, é meu”. Nessa agenda, não nos aproximamos dos outros, pensando que cada um deve cuidar de seus próprios problemas. Apesar de, diferentemente do primeiro caso, não haver aproximação por interesses próprios, na verdade, a não-aproximação também tem em vista esses interesses. Pessoas com esse tipo de agenda também têm em vista apenas a si mesmas.
3. Uma agenda altruísta: “o que é meu, é seu”
Os versículos 33 a 35 nos apresentam o terceiro tipo de atitude que podemos ter para com as pessoas. Eles dizem: “Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: ‘Cuide dele. Quando eu voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’”.
Essa terceira atitude é ilustrada pelo samaritano, o qual cuidou do viajante, dando-lhe de seu tempo e de seus recursos.
Trata-se de uma agenda altruísta, cuja máxima é: “o que é meu, é seu”. Nessa agenda, ao vermos as necessidades dos outros, nos aproximamos, pensando em como podemos supri-las. Pessoas com esse tipo de atitude têm em vista o outro e não a si mesmas.
O CUSTO Da COMPAIXÃO , bondade...
1. A vontade de ultrapassar as barreiras sociais
a. Como Jesus ilustrou em usar um samaritano, nesta parábola
b. Não deve haver barreiras religiosas, raciais ou nacionais
para mostrar compaixão!
2. A disposição para assumir riscos
a. O samaritano assumiu um grande risco de parar para ajudar
1) O que aconteceria se os ladrões ainda estavam por perto?
2) O que se passou por outros ladrões nesta estrada conhecida como "A
Way Of Blood "?
b. a tomar riscos - cf. Lc 06:30 Então chamou os cristãos são
1) Como sabemos que as pessoas não vão tirar proveito da nossa
generosidade?
2) Talvez esta seja uma área em que precisamos ter fé em
Deus
3. ele parou a sua agenda para servir há um estrangeiro.
a. O samaritano estava em uma viagem, mas teve tempo para parar
e cuidados para o homem
b. Jesus nos ensinou a ter o tempo para mostrar compaixão até mesmo
quando forçado - Mt 5:41
1) A primeira milha pode ter sido forçada
2) Mas a segunda milha era um ser dado por amor
4. A vontade de fazer sacrifícios
a. O samaritano sacrificados mais do que tempo e energia
1) Ele usou algumas de suas próprias provisões - Lc 10:34
2) Ele mesmo ofereceu um contrato por tempo indeterminado a prever
sua ajuda - Lc 10:35
b. Jesus ensinou seus discípulos a serem dispostos a fazer sacrifícios
- Lc 6:29-30,34-35
c. Ao fazê-lo, somos verdadeiramente seguidores de Deus e andando em
amor - Pe 5:1-2
Porque o Samaritano é chamado de Bom?
1. Ele viu um homem que carecia da misericórdia de outros (v. 33)
2. Ele se compadeceu daquele homem (v. 33)
3. Ele se achegou ao homem (v. 34)
4. Ele deu tratamento de emergência ao homem (v. 34)
5. Ele colocou o ferido em seu animal e foi a pé (v. 34)
6. Ele levou o semi-morto para um lugar mais seguro (v. 34)
7. Ele deu outros cuidados ao homem além dos primeiros socorros
8. Ele gastou dinheiro do próprio bolso com o homem que socorria (v. 35)
9. Ele providenciou um ajudador para aquele homem (v. 35)
10. Ele se responsabilizou pelo homem (v. 35)
Isto é bondade, é o amor em ação.
Era uma vez, há muitos e muitos anos atrás, é claro, porque as melhores histórias sempre se passam há muitos e muitos anos, um homem chamado Senhor Palha. Ele não tinha casa, nem mulher, nem filhos. para dizer a verdade, só tinha a roupa do corpo. Pois o Senhor Palha não tinha sorte. Era tão pobre que mal tinha o que comer e era magrinho como um fiapo de palha. Por isso é que as pessoas o chamavam de Senhor Palha.
Todo dia o Senhor Palha ia ao templo pedir à Deusa da Fortuna para melhorar sua sorte, e nada acontecia. Até que um dia, ele ouviu uma voz sussurrar: - "A primeira coisa que você tocar quando sair do templo lhe trará grande fortuna." O Senhor Palha levou um susto. Esfregou os olhos, olhou em volta, mas viu que estava bem acordado e o templo estava vazio. Mesmo assim, saiu pensando: "Eu sonhei ou foi a Deusa da Fortuna que falou comigo?" Na dúvida, correu para fora do templo, ao encontro da sorte.
Mas na pressa, o pobre Senhor Palha tropeçou nos degraus e foi rolando aos trambolhões até o final da escada, onde caiu na terra. Ao se pôr de pé, ajeitou as roupas e percebeu que tinha alguma coisa na mão.
Era um fiapo de palha.
"Bom", pensou ele, "um fiapo de palha não vale nada, mas, se a Deusa da Fortuna quis que eu pegasse, é melhor guardar."
E lá foi ele, segurando o fiapo de palha.
Pouco depois apareceu uma libélula zumbindo em volta da cabeça dele. Tentou espantá-la, mas não adiantou. A libélula zumbia loucamente ao redor da cabeça dele.
"Muito bem", pensou ele. "Se não quer ir embora, fique comigo."
Apanhou a libélula e amarrou o fiapo de palha no rabinho dela. Ficou parecendo uma pequena pipa, e ele continuou descendo a rua com a libélula no fiapo.
Logo encontrou uma florista com o filhinho, a caminho do mercado, onde iam vender flores. Vinham de muito longe. O menino estava cansado, suado, e a poeira lhe trazia lágrimas aos olhos. Mas quando o menino viu a libélula zumbindo amarrada no fiapo de palha, seu rostinho se animou.
- Mãe, me dá uma libélula? - pediu. - Por favor!
"Bom", pensou o Senhor Palha, "a Deusa da Fortuna me disse que o fiapo de palha traria sorte. mas esse garotinho está tão cansado, tão suado, que pode ficar mais feliz com um presentinho". E deu a libélula no fiapo para o garoto.
- É muita bondade sua - disse a florista. - Não tenho nada para lhe da dar em troca além de uma rosa. Aceita?
O Senhor Palha agradeceu e continuou seu caminho, levando a rosa.
Andou mais um pouco e viu um jovem sentado num toco de árvore, segurando a cabeça entre as mãos. Parecia tão infeliz que o Senhor Palha lhe perguntou o que havia acontecido.
- Vou pedir minha namorada em casamento hoje à noite - queixou-se o rapaz. - Mas sou tão pobre que não tenho nada para dar a ela.
- Bom, também sou pobre - disse o Senhor Palha. - Não tenho nada de valor, mas se quiser dar a ela esta rosa, é sua.
O rosto do rapaz se abriu num sorriso ao ver esplêndida rosa.
- Fique com essas três laranjas, por favor - disse o jovem. - É só o que posso dar em troca.
O Senhor Palha seguiu andando, carregando três suculentas laranjas.
Logo encontrou um mascate, ofegante. - Estou puxando a carrocinha o dia inteiro e estou com tanta sede que acho que vou desmaiar. Preciso de um gole de água.
- Acho que não tem nem um poço por aqui - disse o Senhor Palha - Mas se quiser pode chupar estas três laranjas.
O mascate ficou tão grato que pegou um rolo da mais fina seda que havia na carroça e deu-o ao Senhor Palha, dizendo:
- O senhor é muito bondoso. Por favor, aceite esta seda em troca.
E o Senhor Palha mais uma vez seguiu pela rua, como rolo de seda debaixo do braço.
Não deu dez passos e viu passar uma princesa numa carruagem. Tinha um olhar preocupado, mas sua expressão logo se alegrou ao ver o Senhor Palha.
- Onde arrumou essa seda? - gritou ela. - É justamente o que estou procurando. Hoje é aniversário de meu pai e quero dar um quimono real para ele.
- Bom, já que é aniversário dele, tenho prazer em lhe dar essa seda - disse o Senhor Palha. A princesa mal podia acreditar em tamanha sorte.
- O senhor é muito generoso - disse sorrindo. - Por favor, aceite esta jóia em troca.
A carruagem se afastou, deixando o Senhor Palha segurando a jóia de inestimável valor refulgindo à luz do sol.
"Muito bem", pensou ele, "comecei com um fiapo de palha que não valia nada e agora tenho uma jóia. Acho que está bom."
Levou a jóia ao mercado, vendeu-a e, com o dinheiro, comprou uma plantação de arroz. Trabalhou muito, arou, semeou, colheu, e a cada ano a plantação produzia mais arroz. Em pouco tempo, o Senhor Palha ficou rico.
Mas a riqueza não o modificou. Sempre ofereceu arroz aos que tinham fome e ajudava a todos que o procuravam. Diziam que sua sorte tinha começado com um fiapo de palha, mas quem sabe foi com a generosidade?
TEXTO PRINCIPAL: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. (Gálatas 5:22)
Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Corrigida.
-Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, N.V.I
Mas o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade,a humildade e o domínio próprio.N.T.L.H
Hoje vamos dar continuidade a esta serie sobre o fruto do espírito.
A maioria de nós é adepto da indiferença pacífica. Jesus pregou a resistência pacífica ao mal, quando pediu que oferecêssemos o outro lado do rosto à bofetada.
Nós inventamos a indiferença pacífica. Se Fulano não é simpático comigo, não serei simpático com ele e pronto.
Se Beltrano não pergunta o meu nome, também não pergunto o seu e estamos quites.
Se Sicrano não sorri para mim, não sou eu quem vou abrir os dentes, para ele, talvez, receber uma cara feia de volta.
Se vivemos assim, precisamos ser incomodados pelo Espírito Santo, porque a indiferença não vem de Deus.
A benignidade é uma dimensão do fruto do Espírito que não pode faltar ao cristão, como já recomendava a sabedoria hebraica:
Não se afastem de ti a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço, escreve-as na tábua do teu coração; assim acharás favor e bom entendimento à vista de Deus e dos homens. (Provérbios 3.3)
O termo no original é CHRESTOTES, que significa gentileza, generosidade, a capacidade de promover o BEM e é, uma das manifestações do amor. “O amor é… benigno”(I Co 13.4).
Outras passagens associam a benignidade à misericórdia. Ser benigno é ser amoroso, misericordioso e compassivo, até mesmo com quem não merece.
Cristãos que frutificam podem alcançar duas dimensões da benignidade:
A EMPATIA, que tem a ver com sentimento e a SIMPATIA, que tem a ver com tratamento.
1. EMPATIA é o interesse que alguém tem em sentir o que seu próximo sente. Se o outro chora, o benigno chora. Se o outro ri, o benigno ri. Se o outro está angustiado, o benigno se angustia. Assim, em lugar de "não estar nem aí" pelo outro, o benigno se interessa não só pelas necessidades do outro, mas pelos seus sentimentos. Benigno, portanto, é aquele que se interessa pelos sentimentos dos outros. (Gálatas 6:2) levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de cristo.
2. SIMPATIA é o desejo de se relacionar, de ser agradável; tem a ver com polidez, calor, aplauso, sorriso. As pessoas gostam de se relacionar com Jesus, havia simpatia nele.
“Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Efésios 4.31-32)
Ser benigno é ser um promotor do bem, é fazer o bem em qualquer circunstância, ao passo que ser bondoso é ter a capacidade de emanar atos de bondade.
Então, de uma maneira bem simples podemos concluir que a benignidade está ligada ao fazer e a bondade esta ligada ao ser!
Bondade é o amor em ação.
Esta bem exemplificado na parábola do bom samaritano
Jericó ficava a 30 km de Jerusalém, mas você pode observar no mapa que Jerusalém ficava no planalto e Jericó ficava abaixo do nível do mar. Jerusalém ficava 800 metros acima do nível do mar e Jericó, 400 metros abaixo do nível do mar. Eram 1200 metros de descida, portanto, para um viajante que saía de Jerusalém e se dirigia a Jericó. Imagine um percurso de 30 km, a pé ou em um jumento, talvez, numa descida de 1200 m. Esse era o trajeto feito pelo homem. Aquela era uma estrada muito acidentada, cheia de despenhadeiros, curvas, passagens estreitas. Isso facilitava o ataque de bandidos, o que tornava a estrada muito perigosa e todos os que passavam por lá sabiam disso. Imagino que a maioria das pessoas somente se atreviam a fazer uma viagem assim se estivessem em grupo, por segurança. Se aquele homem estava viajando sozinho, possivelmente tinha extrema necessidade de fazer isso. Indefeso, foi assaltado por um bando de salteadores
três atitudes que podemos para com as pessoas
1. Uma atitude egoísta: “o que é seu, é meu”
O versículo 30 nos apresenta o primeiro tipo de atitude que podemos ter para com as pessoas. Ele diz: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto”.
Essa primeira atitude é ilustrada pelos assaltantes, os quais roubaram o viajante. Trata-se de uma atitude egoísta, cuja máxima é: “o que é seu, é meu”. Nessa agenda, nos aproximamos dos outros com interesses próprios, pensando apenas em como nós poderíamos ser beneficiados. Pessoas com esse tipo de agenda, não se aproximam de alguém que não tenha nada a lhes oferecer.
2. Uma atitude exclusivista: “o que é seu, é seu; o que é meu, é meu”
Os versículos 31 e 32 nos apresentam o segundo tipo de atitude que podemos ter para com as pessoas. Eles dizem: “Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado”.
Essa segunda atitude é ilustrada pelo sacerdote e pelo levita, os quais foram indiferentes ao viajante. Trata-se de uma agenda exclusivista, cuja máxima é: “o que é seu, é seu; o que é meu, é meu”. Nessa agenda, não nos aproximamos dos outros, pensando que cada um deve cuidar de seus próprios problemas. Apesar de, diferentemente do primeiro caso, não haver aproximação por interesses próprios, na verdade, a não-aproximação também tem em vista esses interesses. Pessoas com esse tipo de agenda também têm em vista apenas a si mesmas.
3. Uma agenda altruísta: “o que é meu, é seu”
Os versículos 33 a 35 nos apresentam o terceiro tipo de atitude que podemos ter para com as pessoas. Eles dizem: “Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: ‘Cuide dele. Quando eu voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’”.
Essa terceira atitude é ilustrada pelo samaritano, o qual cuidou do viajante, dando-lhe de seu tempo e de seus recursos.
Trata-se de uma agenda altruísta, cuja máxima é: “o que é meu, é seu”. Nessa agenda, ao vermos as necessidades dos outros, nos aproximamos, pensando em como podemos supri-las. Pessoas com esse tipo de atitude têm em vista o outro e não a si mesmas.
O CUSTO Da COMPAIXÃO , bondade...
1. A vontade de ultrapassar as barreiras sociais
a. Como Jesus ilustrou em usar um samaritano, nesta parábola
b. Não deve haver barreiras religiosas, raciais ou nacionais
para mostrar compaixão!
2. A disposição para assumir riscos
a. O samaritano assumiu um grande risco de parar para ajudar
1) O que aconteceria se os ladrões ainda estavam por perto?
2) O que se passou por outros ladrões nesta estrada conhecida como "A
Way Of Blood "?
b. a tomar riscos - cf. Lc 06:30 Então chamou os cristãos são
1) Como sabemos que as pessoas não vão tirar proveito da nossa
generosidade?
2) Talvez esta seja uma área em que precisamos ter fé em
Deus
3. ele parou a sua agenda para servir há um estrangeiro.
a. O samaritano estava em uma viagem, mas teve tempo para parar
e cuidados para o homem
b. Jesus nos ensinou a ter o tempo para mostrar compaixão até mesmo
quando forçado - Mt 5:41
1) A primeira milha pode ter sido forçada
2) Mas a segunda milha era um ser dado por amor
4. A vontade de fazer sacrifícios
a. O samaritano sacrificados mais do que tempo e energia
1) Ele usou algumas de suas próprias provisões - Lc 10:34
2) Ele mesmo ofereceu um contrato por tempo indeterminado a prever
sua ajuda - Lc 10:35
b. Jesus ensinou seus discípulos a serem dispostos a fazer sacrifícios
- Lc 6:29-30,34-35
c. Ao fazê-lo, somos verdadeiramente seguidores de Deus e andando em
amor - Pe 5:1-2
Porque o Samaritano é chamado de Bom?
1. Ele viu um homem que carecia da misericórdia de outros (v. 33)
2. Ele se compadeceu daquele homem (v. 33)
3. Ele se achegou ao homem (v. 34)
4. Ele deu tratamento de emergência ao homem (v. 34)
5. Ele colocou o ferido em seu animal e foi a pé (v. 34)
6. Ele levou o semi-morto para um lugar mais seguro (v. 34)
7. Ele deu outros cuidados ao homem além dos primeiros socorros
8. Ele gastou dinheiro do próprio bolso com o homem que socorria (v. 35)
9. Ele providenciou um ajudador para aquele homem (v. 35)
10. Ele se responsabilizou pelo homem (v. 35)
Isto é bondade, é o amor em ação.
Era uma vez, há muitos e muitos anos atrás, é claro, porque as melhores histórias sempre se passam há muitos e muitos anos, um homem chamado Senhor Palha. Ele não tinha casa, nem mulher, nem filhos. para dizer a verdade, só tinha a roupa do corpo. Pois o Senhor Palha não tinha sorte. Era tão pobre que mal tinha o que comer e era magrinho como um fiapo de palha. Por isso é que as pessoas o chamavam de Senhor Palha.
Todo dia o Senhor Palha ia ao templo pedir à Deusa da Fortuna para melhorar sua sorte, e nada acontecia. Até que um dia, ele ouviu uma voz sussurrar: - "A primeira coisa que você tocar quando sair do templo lhe trará grande fortuna." O Senhor Palha levou um susto. Esfregou os olhos, olhou em volta, mas viu que estava bem acordado e o templo estava vazio. Mesmo assim, saiu pensando: "Eu sonhei ou foi a Deusa da Fortuna que falou comigo?" Na dúvida, correu para fora do templo, ao encontro da sorte.
Mas na pressa, o pobre Senhor Palha tropeçou nos degraus e foi rolando aos trambolhões até o final da escada, onde caiu na terra. Ao se pôr de pé, ajeitou as roupas e percebeu que tinha alguma coisa na mão.
Era um fiapo de palha.
"Bom", pensou ele, "um fiapo de palha não vale nada, mas, se a Deusa da Fortuna quis que eu pegasse, é melhor guardar."
E lá foi ele, segurando o fiapo de palha.
Pouco depois apareceu uma libélula zumbindo em volta da cabeça dele. Tentou espantá-la, mas não adiantou. A libélula zumbia loucamente ao redor da cabeça dele.
"Muito bem", pensou ele. "Se não quer ir embora, fique comigo."
Apanhou a libélula e amarrou o fiapo de palha no rabinho dela. Ficou parecendo uma pequena pipa, e ele continuou descendo a rua com a libélula no fiapo.
Logo encontrou uma florista com o filhinho, a caminho do mercado, onde iam vender flores. Vinham de muito longe. O menino estava cansado, suado, e a poeira lhe trazia lágrimas aos olhos. Mas quando o menino viu a libélula zumbindo amarrada no fiapo de palha, seu rostinho se animou.
- Mãe, me dá uma libélula? - pediu. - Por favor!
"Bom", pensou o Senhor Palha, "a Deusa da Fortuna me disse que o fiapo de palha traria sorte. mas esse garotinho está tão cansado, tão suado, que pode ficar mais feliz com um presentinho". E deu a libélula no fiapo para o garoto.
- É muita bondade sua - disse a florista. - Não tenho nada para lhe da dar em troca além de uma rosa. Aceita?
O Senhor Palha agradeceu e continuou seu caminho, levando a rosa.
Andou mais um pouco e viu um jovem sentado num toco de árvore, segurando a cabeça entre as mãos. Parecia tão infeliz que o Senhor Palha lhe perguntou o que havia acontecido.
- Vou pedir minha namorada em casamento hoje à noite - queixou-se o rapaz. - Mas sou tão pobre que não tenho nada para dar a ela.
- Bom, também sou pobre - disse o Senhor Palha. - Não tenho nada de valor, mas se quiser dar a ela esta rosa, é sua.
O rosto do rapaz se abriu num sorriso ao ver esplêndida rosa.
- Fique com essas três laranjas, por favor - disse o jovem. - É só o que posso dar em troca.
O Senhor Palha seguiu andando, carregando três suculentas laranjas.
Logo encontrou um mascate, ofegante. - Estou puxando a carrocinha o dia inteiro e estou com tanta sede que acho que vou desmaiar. Preciso de um gole de água.
- Acho que não tem nem um poço por aqui - disse o Senhor Palha - Mas se quiser pode chupar estas três laranjas.
O mascate ficou tão grato que pegou um rolo da mais fina seda que havia na carroça e deu-o ao Senhor Palha, dizendo:
- O senhor é muito bondoso. Por favor, aceite esta seda em troca.
E o Senhor Palha mais uma vez seguiu pela rua, como rolo de seda debaixo do braço.
Não deu dez passos e viu passar uma princesa numa carruagem. Tinha um olhar preocupado, mas sua expressão logo se alegrou ao ver o Senhor Palha.
- Onde arrumou essa seda? - gritou ela. - É justamente o que estou procurando. Hoje é aniversário de meu pai e quero dar um quimono real para ele.
- Bom, já que é aniversário dele, tenho prazer em lhe dar essa seda - disse o Senhor Palha. A princesa mal podia acreditar em tamanha sorte.
- O senhor é muito generoso - disse sorrindo. - Por favor, aceite esta jóia em troca.
A carruagem se afastou, deixando o Senhor Palha segurando a jóia de inestimável valor refulgindo à luz do sol.
"Muito bem", pensou ele, "comecei com um fiapo de palha que não valia nada e agora tenho uma jóia. Acho que está bom."
Levou a jóia ao mercado, vendeu-a e, com o dinheiro, comprou uma plantação de arroz. Trabalhou muito, arou, semeou, colheu, e a cada ano a plantação produzia mais arroz. Em pouco tempo, o Senhor Palha ficou rico.
Mas a riqueza não o modificou. Sempre ofereceu arroz aos que tinham fome e ajudava a todos que o procuravam. Diziam que sua sorte tinha começado com um fiapo de palha, mas quem sabe foi com a generosidade?
fruto do espirito : alegria
Tema; A alegria verdadeira
Texto;Filipenses 4:4)
(Filipenses 4:4) - Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos.
Em outras traduções lemos “regozijai-vos”, o que significa exatamente o mesmo que “alegrai-vos”.
Vamos continuar falando sobre o fruto do Espírito. Já ouvimos a semana passada sobre o amor, e hoje iremos falar sobre mais um aspecto do fruto do Espírito que é a alegria.
Algo que deve caracterizar a vida do cristão é a alegria.
Você é uma pessoa alegre? Acionamos 14 músculos para sorrir e 72 para franzir a testa. Uma pessoa alegre vive mais .
Bilhões de dólares são gastos todos os anos para promover entretenimento e alegria às pessoas. O ser humano tem sede de alegria.
Salomão fala de sua decepcionante experiência de buscar alegria na bebida, no dinheiro, no sexo e na fama (Ec 2). Hoje, muitos acham que ser alegre é ter dinheiro, saúde, segurança, poder, prazeres, amigos. Mas, existem muitas pessoas que têm todas essas coisas e são infelizes e há outras privadas delas, que são alegres.
É possível alguém ser feliz neste mundo com tantas tragédias, fome, guerras, violência, assaltos, arrombamentos, estupros, seqüestro, delinqüência, mais de 20 milhões de crianças abandonadas, cerca de 4 milhões de abortos por ano, doenças como a AIDS, acidentes e mortes?
Thomas Watson esta certo quando diz: Mesmo quando tudo parece escuro á nossa volta, a alegria do cristão é a lâmpada que desvanece as trevas.
G. K. Chesterton afirmou que a alegria é o extraordinário segredo do cristão. É, porém, um segredo que não deve ser mantido secreto; pelo contrário, é preciso divulgá-lo.
O erudito William Barclay um conhecedor das línguas originais diz que a palavra Chairein (grego) era a saudaçao das pessoas naquela época, tanto na conversa como nas cartas. Eles diziam : "Alegria seja contigo".
Alegria.
No antigo Testamento, "alegria" vem de simchah que significa " júbilo, satisfação" . Outro termo é samach significando "regozijo" . São termos que expressam plenitude, algo que só Deus pode produzir em nós
1. TER ALEGRIA É UM MANDAMENTO DO SENHOR:
(SL 2:11) "Servi ao SENHOR com temor, e alegrai-vos com tremor."
2. É UM ESTILO DE VIDA:
O estilo de vida da igreja primitiva.
(AT 2:46) "E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,"
(AT 13:52) "E os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo."
3. É NOSSA FORÇA:
(NE 8:10) "Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto não vos entristeçais;
porque a alegria do SENHOR é a vossa força."
4. DEVE SER PROFUNDA E COMPLETA:
A ponto de se manifestar no corpo, alma e espírito.
(LC 1:46) "Disse (com sua boca-corpo) então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor,"
(LC 1:47) "E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador;"
5. DEVE SER CONTAGIANTE:
A ponto de influenciar e motivar as pessoas ao nosso redor.
(SL 126:1) "Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham."
(SL 126:2) "Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o SENHOR a estes."
6. NÃO DEPENDE DAS CIRCUNSTÂNCIAS OU AMBIENTE.
(1PE 4:13) "Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis."
(2CO 8:2) "porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade
7. NÃO É A NOSSA ALEGRIA... MAS A ALEGRIA DE JESUS EM NÓS.
(JO 15:11) "Tenho-vos dito isto, para que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja completa."
Você acredita que a alegria mencionada pelo apóstolo Paulo é, de fato possível, neste mundo e nos dias de hoje?
Para entender a grandeza deste pequeno versículo precisamos compreender primeiro o contexto desta carta.
Esta carta é chamada a carta da alegria.
A carta aos filipenses é uma das “Cartas da Prisão”, escrita quando o apóstolo estava preso em Roma.
- É difícil imaginar como era a situação de Paulo.
-Ele foi isolado de amigos e familiares.
-Ele era incapaz de fazer o que amava fazer.
-Ele tinha perdido todo o sentido de liberdade pessoal.
Agora pense em um homem acorrentado a um soldado romano, esperando apenas o momento quando o peso da espada romana viria sobre ele, e assim findaria a sua historia.
É nestas circunstancias que ele escreve esta carta aos filipenses.
(Filipenses 4:4) - Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos.
O que podemos aprender sobre a alegria nesse texto.
1) A Alegria é um Imperativo: É ordem = ALEGRAI-VOS; Ser alegre é uma ordem, um mandamento. I Ts 5; 16 regozijai-vos sempre.
a) O cristão é alegre porque o evangelho que ele abraçou é a boa nova de grande alegria. (Lc 2:10-11).
b) O fruto do Espírito é alegria. (Gl 5:22).
c) O Reino de Deus é de alegria. (Rm 14:17).
d) Na presença de Deus há plenitude de alegria. (Sl 16:11).
f) O cristão trocou a angústia por vestes de louvor. (Is 61:3).
g) A alegria do Senhor é a nossa força. (Ne 8:10).
h) O cristão tem problemas, vales, enfermidades, provações, tentações,porém, o poder do evangelho concede alegria no meio de tudo isso. Ex: o apóstolo Paulo mesmo preso e bem próximo da morte, demonstra grande alegria. (Fil. 4:4; II Tim. 4:7,8).
i) Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. (Rm 8:28).
2) É para todos os salvos = ALEGRAI-VOS;
MT 13:44 o reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E transbordando de alegria vende tudo quanto tem e compra aquele campo.
Todo salvo precisa ter um coração transbordante de alegria. Porque ele encontrou algo de grande valor.
3) É ultracircunstancial = SEMPRE;
A alegria é independente das circunstâncias – “Alegrai-vos sempre”. Paulo não está falando de alegria como um teórico. Ele não está hospedado num hotel cinco estrelas em Roma. Ele está preso, algemado, acuado, trazendo no corpo as marcas de Cristo. Ele já havia passado por lutas tremendas, por perseguições atrozes, por açoites humilhantes, por injustiças inumanas, mas a alegria do seu coração estava tremulando no mastro da sua vida.
Ser cristão não é viver numa redoma de vidro. Ser cristão não é ser poupado dos problemas. O que nos diferencia do ímpio não são as circunstâncias, mas o fundamento sobre o qual construímos nossa vida. Jesus falou que a diferença entre o salvo e o perdido não é aparência da casa que cada um constrói, mas o alicerce. Sobre ambas as casas, cai a chuva, sopram os ventos e batem os rios.
A que foi construída sobre a rocha fica firme, a que foi edificada sobre a areia desmorona. Ser cristão é edificar a vida sobre a rocha que é Cristo. Os problemas vêm, mas a alegria não vai embora, porque ela é ultracircunstancial.
a) A vida é marcada por montes e vales, saúde e doença, prosperidade e adversidade, sorrisos e lágrimas.
b) Ser cristão não é ser poupado de problemas, mas ser consolado neles.
c) Ser cristão não é viver na bonança, mas ter paz na tempestade.
d) Ser cristão não é ser poupado das fornalhas acesas, mas receber a presença protetora de Deus. (Daniel 3;16-30).
e) Deus jamais abandona os seus. (Hb 13:5 = Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei nunca te abandonarei.).
f) Deus não nos promete caminhada fácil, mas chegada segura, não nos promete ausência de lutas, mas vitória certa. (II Cor. 2:14= Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.)Ex.: José do Egito. (Gn 50:20)
4) esta alegria tem uma fonte = NO SENHOR.
O cristianismo é a religiao da alegria e Paulo sabia disso. Existe uma alegria que é incircunstancial ou seja nao depende das circunstâncias e sim do " Senhor".
A alegria está centrada em Jesus – “Alegrai-vos sempre no Senhor…”. Só conhece a verdadeira alegria quem conhece, ama e obedece a Jesus. A nossa alegria é uma pessoa, é Jesus. Só Jesus tem alegria verdadeira para dar. A mensagem de Jesus é boa nova de grande alegria. O Reino de Cristo é alegria no Espírito Santo. Na presença de Deus há plenitude de alegria. O Senhor é aquele que inspira até mesmo canções de louvor nas noites escuras. A alegria do Senhor é a nossa força. Quando estamos em Jesus e Jesus está em nós, mesmo na dor, na doença, na pobreza e até mesmo na morte, experimentamos uma alegria indizível e cheia de glória. A alegria do cristão não é ausência de problemas nem está colocada em coisas; porém, ela procede de Deus, é sustentada por Deus e consumada por ele
Só a alegria que vem do trono de Deus suporta as crises, triunfa sobre as pressões da vida e não naufraga no mar das circunstâncias adversas. A alegria do cristão não é ausência de problemas nem está colocada em coisas; porém, ela procede de Deus, é sustentada por Deus e consumada por ele
Só a alegria que vem do trono de Deus suporta as crises, triunfa sobre as pressões da vida e não naufraga no mar das circunstâncias adversas.
Como ter esta verdadeira alegria.
1.Ela é resultado da certeza da salvação. Lc 10:20
Alegrai-vos pelo vosso nome estar escrito nos céus.
jubiloso seguia o seu caminho" (Atos 8:39
2. a alegria é resultado de uma profunda comunhão com Deus. Sl 16:11
Na tua presença há plenitude de alegria....
Joao 15.4 jesus diz; permanecei em mim. V 11 tenho vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vos, e o vosso gozo seja completo.
3. a alegria é resultado da açao do Espirito santo em nosso mundo interior.
I Tess 1;6 eles receberam a palavra em meio a muita tribulação , com alegria do espírito santo.
4. a alegria é resultado da ação da palavra em nossa vida. Jr 15:16
Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos
5. a alegria é resultado da pratica dos princípios estabelecidos por Jesus. MT 5.1-12
Como conservar um coração alegre.
1. Confessar e abandonar o pecado. Você não pode ter alegria vivendo no pecado. O pecado destrói a nossa alegria, ele nos rouba a alegria.
2. Confie em Deus:
Romanos 15:13 (NVI) E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que abundeis na esperança pelo poder do Espírito Santo.
Confiança nas promessas de Deus supera ansiedade e nos enche de alegria e paz. Deus está no controle, portanto não perca a alegria, a confiança n'Ele. Paulo e Silas tinha alegria, porque eles confiaram em Deus
3. Coloque sua mente na eternidade não nas coisas temporais:
Hebreus 10:34 (NVI) Vocês se compadeceram dos que estavam na prisão e aceitaram alegremente o confisco dos seus próprios bens, pois sabiam que possuíam bens superiores e permanentes
Vocês participaram do sofrimento dos prisioneiros. E, quando tudo o que vocês tinham foi tirado, vocês suportaram isso com alegria porque sabiam que possuíam uma coisa muito melhor, que dura para sempre N.T.L.H
Esta vida terrena física não é tudo que existe. Teremos um dia largar essa carne e passar no céu. Nossos testes cessará e nós sempre habitará com o nosso Deus. Não me debruçar sobre o temporal, mas no eterno.
4. tenha um coração agradecido em todas as circunstâncias:
1 Tessalonicenses 5:18 (NVI) Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco
Texto;Filipenses 4:4)
(Filipenses 4:4) - Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos.
Em outras traduções lemos “regozijai-vos”, o que significa exatamente o mesmo que “alegrai-vos”.
Vamos continuar falando sobre o fruto do Espírito. Já ouvimos a semana passada sobre o amor, e hoje iremos falar sobre mais um aspecto do fruto do Espírito que é a alegria.
Algo que deve caracterizar a vida do cristão é a alegria.
Você é uma pessoa alegre? Acionamos 14 músculos para sorrir e 72 para franzir a testa. Uma pessoa alegre vive mais .
Bilhões de dólares são gastos todos os anos para promover entretenimento e alegria às pessoas. O ser humano tem sede de alegria.
Salomão fala de sua decepcionante experiência de buscar alegria na bebida, no dinheiro, no sexo e na fama (Ec 2). Hoje, muitos acham que ser alegre é ter dinheiro, saúde, segurança, poder, prazeres, amigos. Mas, existem muitas pessoas que têm todas essas coisas e são infelizes e há outras privadas delas, que são alegres.
É possível alguém ser feliz neste mundo com tantas tragédias, fome, guerras, violência, assaltos, arrombamentos, estupros, seqüestro, delinqüência, mais de 20 milhões de crianças abandonadas, cerca de 4 milhões de abortos por ano, doenças como a AIDS, acidentes e mortes?
Thomas Watson esta certo quando diz: Mesmo quando tudo parece escuro á nossa volta, a alegria do cristão é a lâmpada que desvanece as trevas.
G. K. Chesterton afirmou que a alegria é o extraordinário segredo do cristão. É, porém, um segredo que não deve ser mantido secreto; pelo contrário, é preciso divulgá-lo.
O erudito William Barclay um conhecedor das línguas originais diz que a palavra Chairein (grego) era a saudaçao das pessoas naquela época, tanto na conversa como nas cartas. Eles diziam : "Alegria seja contigo".
Alegria.
No antigo Testamento, "alegria" vem de simchah que significa " júbilo, satisfação" . Outro termo é samach significando "regozijo" . São termos que expressam plenitude, algo que só Deus pode produzir em nós
1. TER ALEGRIA É UM MANDAMENTO DO SENHOR:
(SL 2:11) "Servi ao SENHOR com temor, e alegrai-vos com tremor."
2. É UM ESTILO DE VIDA:
O estilo de vida da igreja primitiva.
(AT 2:46) "E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,"
(AT 13:52) "E os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo."
3. É NOSSA FORÇA:
(NE 8:10) "Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto não vos entristeçais;
porque a alegria do SENHOR é a vossa força."
4. DEVE SER PROFUNDA E COMPLETA:
A ponto de se manifestar no corpo, alma e espírito.
(LC 1:46) "Disse (com sua boca-corpo) então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor,"
(LC 1:47) "E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador;"
5. DEVE SER CONTAGIANTE:
A ponto de influenciar e motivar as pessoas ao nosso redor.
(SL 126:1) "Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham."
(SL 126:2) "Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o SENHOR a estes."
6. NÃO DEPENDE DAS CIRCUNSTÂNCIAS OU AMBIENTE.
(1PE 4:13) "Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis."
(2CO 8:2) "porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade
7. NÃO É A NOSSA ALEGRIA... MAS A ALEGRIA DE JESUS EM NÓS.
(JO 15:11) "Tenho-vos dito isto, para que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja completa."
Você acredita que a alegria mencionada pelo apóstolo Paulo é, de fato possível, neste mundo e nos dias de hoje?
Para entender a grandeza deste pequeno versículo precisamos compreender primeiro o contexto desta carta.
Esta carta é chamada a carta da alegria.
A carta aos filipenses é uma das “Cartas da Prisão”, escrita quando o apóstolo estava preso em Roma.
- É difícil imaginar como era a situação de Paulo.
-Ele foi isolado de amigos e familiares.
-Ele era incapaz de fazer o que amava fazer.
-Ele tinha perdido todo o sentido de liberdade pessoal.
Agora pense em um homem acorrentado a um soldado romano, esperando apenas o momento quando o peso da espada romana viria sobre ele, e assim findaria a sua historia.
É nestas circunstancias que ele escreve esta carta aos filipenses.
(Filipenses 4:4) - Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos.
O que podemos aprender sobre a alegria nesse texto.
1) A Alegria é um Imperativo: É ordem = ALEGRAI-VOS; Ser alegre é uma ordem, um mandamento. I Ts 5; 16 regozijai-vos sempre.
a) O cristão é alegre porque o evangelho que ele abraçou é a boa nova de grande alegria. (Lc 2:10-11).
b) O fruto do Espírito é alegria. (Gl 5:22).
c) O Reino de Deus é de alegria. (Rm 14:17).
d) Na presença de Deus há plenitude de alegria. (Sl 16:11).
f) O cristão trocou a angústia por vestes de louvor. (Is 61:3).
g) A alegria do Senhor é a nossa força. (Ne 8:10).
h) O cristão tem problemas, vales, enfermidades, provações, tentações,porém, o poder do evangelho concede alegria no meio de tudo isso. Ex: o apóstolo Paulo mesmo preso e bem próximo da morte, demonstra grande alegria. (Fil. 4:4; II Tim. 4:7,8).
i) Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. (Rm 8:28).
2) É para todos os salvos = ALEGRAI-VOS;
MT 13:44 o reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E transbordando de alegria vende tudo quanto tem e compra aquele campo.
Todo salvo precisa ter um coração transbordante de alegria. Porque ele encontrou algo de grande valor.
3) É ultracircunstancial = SEMPRE;
A alegria é independente das circunstâncias – “Alegrai-vos sempre”. Paulo não está falando de alegria como um teórico. Ele não está hospedado num hotel cinco estrelas em Roma. Ele está preso, algemado, acuado, trazendo no corpo as marcas de Cristo. Ele já havia passado por lutas tremendas, por perseguições atrozes, por açoites humilhantes, por injustiças inumanas, mas a alegria do seu coração estava tremulando no mastro da sua vida.
Ser cristão não é viver numa redoma de vidro. Ser cristão não é ser poupado dos problemas. O que nos diferencia do ímpio não são as circunstâncias, mas o fundamento sobre o qual construímos nossa vida. Jesus falou que a diferença entre o salvo e o perdido não é aparência da casa que cada um constrói, mas o alicerce. Sobre ambas as casas, cai a chuva, sopram os ventos e batem os rios.
A que foi construída sobre a rocha fica firme, a que foi edificada sobre a areia desmorona. Ser cristão é edificar a vida sobre a rocha que é Cristo. Os problemas vêm, mas a alegria não vai embora, porque ela é ultracircunstancial.
a) A vida é marcada por montes e vales, saúde e doença, prosperidade e adversidade, sorrisos e lágrimas.
b) Ser cristão não é ser poupado de problemas, mas ser consolado neles.
c) Ser cristão não é viver na bonança, mas ter paz na tempestade.
d) Ser cristão não é ser poupado das fornalhas acesas, mas receber a presença protetora de Deus. (Daniel 3;16-30).
e) Deus jamais abandona os seus. (Hb 13:5 = Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei nunca te abandonarei.).
f) Deus não nos promete caminhada fácil, mas chegada segura, não nos promete ausência de lutas, mas vitória certa. (II Cor. 2:14= Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.)Ex.: José do Egito. (Gn 50:20)
4) esta alegria tem uma fonte = NO SENHOR.
O cristianismo é a religiao da alegria e Paulo sabia disso. Existe uma alegria que é incircunstancial ou seja nao depende das circunstâncias e sim do " Senhor".
A alegria está centrada em Jesus – “Alegrai-vos sempre no Senhor…”. Só conhece a verdadeira alegria quem conhece, ama e obedece a Jesus. A nossa alegria é uma pessoa, é Jesus. Só Jesus tem alegria verdadeira para dar. A mensagem de Jesus é boa nova de grande alegria. O Reino de Cristo é alegria no Espírito Santo. Na presença de Deus há plenitude de alegria. O Senhor é aquele que inspira até mesmo canções de louvor nas noites escuras. A alegria do Senhor é a nossa força. Quando estamos em Jesus e Jesus está em nós, mesmo na dor, na doença, na pobreza e até mesmo na morte, experimentamos uma alegria indizível e cheia de glória. A alegria do cristão não é ausência de problemas nem está colocada em coisas; porém, ela procede de Deus, é sustentada por Deus e consumada por ele
Só a alegria que vem do trono de Deus suporta as crises, triunfa sobre as pressões da vida e não naufraga no mar das circunstâncias adversas. A alegria do cristão não é ausência de problemas nem está colocada em coisas; porém, ela procede de Deus, é sustentada por Deus e consumada por ele
Só a alegria que vem do trono de Deus suporta as crises, triunfa sobre as pressões da vida e não naufraga no mar das circunstâncias adversas.
Como ter esta verdadeira alegria.
1.Ela é resultado da certeza da salvação. Lc 10:20
Alegrai-vos pelo vosso nome estar escrito nos céus.
jubiloso seguia o seu caminho" (Atos 8:39
2. a alegria é resultado de uma profunda comunhão com Deus. Sl 16:11
Na tua presença há plenitude de alegria....
Joao 15.4 jesus diz; permanecei em mim. V 11 tenho vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vos, e o vosso gozo seja completo.
3. a alegria é resultado da açao do Espirito santo em nosso mundo interior.
I Tess 1;6 eles receberam a palavra em meio a muita tribulação , com alegria do espírito santo.
4. a alegria é resultado da ação da palavra em nossa vida. Jr 15:16
Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos
5. a alegria é resultado da pratica dos princípios estabelecidos por Jesus. MT 5.1-12
Como conservar um coração alegre.
1. Confessar e abandonar o pecado. Você não pode ter alegria vivendo no pecado. O pecado destrói a nossa alegria, ele nos rouba a alegria.
2. Confie em Deus:
Romanos 15:13 (NVI) E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que abundeis na esperança pelo poder do Espírito Santo.
Confiança nas promessas de Deus supera ansiedade e nos enche de alegria e paz. Deus está no controle, portanto não perca a alegria, a confiança n'Ele. Paulo e Silas tinha alegria, porque eles confiaram em Deus
3. Coloque sua mente na eternidade não nas coisas temporais:
Hebreus 10:34 (NVI) Vocês se compadeceram dos que estavam na prisão e aceitaram alegremente o confisco dos seus próprios bens, pois sabiam que possuíam bens superiores e permanentes
Vocês participaram do sofrimento dos prisioneiros. E, quando tudo o que vocês tinham foi tirado, vocês suportaram isso com alegria porque sabiam que possuíam uma coisa muito melhor, que dura para sempre N.T.L.H
Esta vida terrena física não é tudo que existe. Teremos um dia largar essa carne e passar no céu. Nossos testes cessará e nós sempre habitará com o nosso Deus. Não me debruçar sobre o temporal, mas no eterno.
4. tenha um coração agradecido em todas as circunstâncias:
1 Tessalonicenses 5:18 (NVI) Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco
fruto do espirito : fidelidade
INTRODUÇÃO
trabalhamos o fruto do espirito na dimensão com Deus. Amor, paz e alegria.
Na dimensão com o próximo. Longanimidade, bondade e benignidade.
Agora vamos analisar em relação a nós mesmos. Mas que tudo estar diretamente relacionado com Deus.fidelidade, mansidão e temperança.
Fidelidade é uma das virtudes mais importantes na vida cristã. Começa com nosso relacionamento com Deus, e então transborda em nosso relacionamento com outros. Deus é absolutamente fiel (Salmo 36:5; 1 Coríntios 1:9 fiel é Deus; 2 Timóteo 2:13 se somos infiéis ele permanece fiel.), e é Seu desejo que, pelo Espírito, essa fidelidade se torne uma parte de nosso caráter também.
Fidelidade mostra que o cristão será uma pessoa fiel em sua palavra e promessas; alguém confiável ou em quem se pode confiar. UMA PESSOA EM QUE DEUS POSSA CONFIAR.
O cristão é fiel como pessoa; fiel como um vizinho, amigo, pai, cônjuge, filho.
Ele é fiel em seus contratos; fiel às suas promessas.
Ninguém que não seja assim fiel pode ser um cristão.
Nos dias em que vivemos, quando metade de todos os casamentos está acabando em divórcio, e com muitas pessoas recebendo punhaladas pelas costas nos locais de trabalho, por parte de pessoas em quem elas pensavam poder confiar, esta qualidade é realmente necessitada em nossa época. Podemos até tornar nossa a oração do Salmista:
“Salva-nos, Senhor, pois não existe mais o piedoso; os fiéis desapareceram dentre os filhos dos homens. Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobre” (Salmo 12:1-2).
SIGNIFICADO DA PALAVRA
A palavra grega traduzida por fidelidade é pistis. Fidelidade é tanto uma atitude quanto uma ação demonstrada em relação a Deus e aos outros. Esta palavra grega é também a mesma palavra para “fé.” (Mt 23:23; 1Co 13:7, 1Co 13:13).
Fé, como fruto do Espírito é:
fidelidade,
veracidade,
confiabilidade
É uma graça essencial, fundamental, da vida cristã.
É uma sincera e inteira entrega a Deus, como a atmosfera espiritual na qual devemos viver.
É esse depender diário e consciente da ajuda Divina, sem nos alterar nem nos desanimar por causa das tormentas e furacões da vida.
No Novo Testamento a palavra é com freqüência usada como uma convicção ou crença com respeito a Deus e Cristo. Mas também é usada para descrever a qualidade de "fidelidade e devoção". É "o caráter de alguém que pode ser confiável." (THAYER). William Barclay a chama "a virtude da fiabilidade."
Aqui está o que alguns diferentes dicionários da Bíblia e comentários têm a dizer sobre esta qualidade:
Fidelidade torna alguém verdadeiro à sua promessa e fiel à sua tarefa;
Firme, dedicado, seguro e digno de confiança;
Firme, imutável .
Confiabilidade, lealdade e estabilidade.
Deus nos chama para uma vida de fidelidade.
1.Em primeiro lugar, devemos ser fiéis porque Deus é fiel.
Sl 33.4: "As palavras do Senhor são verdadeiras; tudo o que ele faz merece confiança".
# Deus é fiel consigo mesmo. Ele não age hoje segundo um princípio e amanhã segun¬do outro princípio. Ele nunca muda. "Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira ne¬nhuma pode negar-se a si mesmo" (lI Tm 2.13).
# Deus é fiel no sentido de ser fiel à sua palavra. Cada palavra que ele diz é verdade . Ele é verdadeiro quando fala. Quan¬do o Senhor faz uma promessa, podemos ficar certos de que a cumprirá integralmente. Josué declara esta verdade ao dizer: "Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor falara à casa de lsrael: Tudo se cumpriu" (Js
(...considerando que Deus quer que sejamos iguais a Ele, o desejo dEle é que sejamos fiéis).
# Deus é fiel para com o seu povo. Inumeráveis são os textos que narram a fidelida¬de que o Senhor teve para com o povo de Israel em toda a sua história. Hebreus estende à igre¬ja uma das promessas do Antigo Testamento: "De maneira nenhuma te deixarei, nunca jamais te abandonarei" (Hb 13.5). Por Deus ser fiel, a igreja pode descansar nele. "Aquele que come¬çou boa obra em vós há de completá-la até o dia de Cristo Jesus" (FI. 1.6).
Assim como Ele é fiel para com seu povo, espera que seu povo o seja para com Ele. Nós que compomos o povo de Deus, devemos estar atentos ao que a Palavra diz: "O que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel" (I Co 4.2).
2.Depois, a fidelidade é que torna a vida muito mais fácil
A infidelidade é a causa de muitos problemas, Pv 25.19: "Num momento de dificuldade, depender de uma pessoa que não merece confiança é como mastigar com um dente estragado, andar com um pé aleijado".
3. Outro motivo por que devemos ser fiéis é que Deus recompensa a fidelidade.
Na parábola dos talentos em Mt 25, Jesus diz que um dia Deus vai nos julgar [mas esse julgamento não vai avaliar nossa capacidade ou boas intenções] - Deus vai nos julgar e nos recompensar de acordo com a nossa fidelidade [a Bíblia diz que o homem fiel será ricamente abençoado].
Portanto, se quiser ser recompensado no céu, deverá ser uma pessoa fiel, confiável
Vamos observar nas escrituras um modelo de fidelidade a Deus. Vamos para Daniel 3.
Os três jovens hebreus provocaram uma nota dissonante no meio daquela sinfonia de servilismo.
Eles se recusam a pecar. Eles são ameaçados. Distoam da multidão. São intransigentes. São inconformistas. A verdade é inegociável. Não transigem com os absolutos de Deus. Não vendem a consciência. Preferem a morte que a infidelidade a Deus. Estão prontos a morrer, mas não a pecar.
a) O v. 12 – a acusação: ingratidão e desrespeito.
b) O v. 15 – A nova oportunidade e a ameaça: morte e impossibilidade de livramento.
c) O v. 16 – Não precisamos defender Deus, apenas honrá-lo:
d) O v. 17-18 – Cabe-nos obedecer a Deus e não administrar as consequências
e) O v. 19-20 – A ira dos homens é louca: aquecer a fornalha sete vezes e atar os homens.
f) O v. 25 – A intervenção do quarto homem é miraculosa: O fogo os livra das cordas e o quarto homem os livra do fogo.
Nesse episódio, aprendemos algumas lições importantes sobre fidelidade:
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
• Esses três jovens hebreus entendem que agradar a Deus é mais importante do que preservar suas próprias vidas. O principal ensino deste capítulo não é o livramento miraculoso. Não temos dificuldade de acreditar em milagres.
O principal ensino nesta capítulo é que três crentes jovens são tentados a praticar o mal e recusam-se a fazê-lo. Estão dispostos a discordar de todos, ainda que isso signifique uma morte horrível.
“Transigir” não é uma palavra do vocabulário deles. O pecado é pecado, e eles não o cometerão. Estão dispostos a morrer, mas não pecar. Eles não eram produto do meio. Eles estavam cercados de pessoas conformistas, mas eles tinham coragem para ser diferentes.
• A fidelidade deles não era um negócio com Deus. Muitas vezes a fidelidade a Deus pode nos levar para as fornalhas ou mesmo para a cova dos leões. Muitas vezes a fidelidade a Deus pode nos levar a ser rejeitados pelo grupo, a sermos despedidos de uma empresa, a sermos rejeitados na escola ou até mesmo a sermos mal compreendidos na família.
Nosso compromisso não é com o sucesso, mas com a fidelidade a Deus. Há muitas pessoas que conseguem o sucesso, vendendo suas consciências, transigindo com os valores absolutos. Esses moços não!
• Muitos jovens e muitos crentes hoje são tentados a ceder. Jovens cristãos são instados a se embriagarem com os seus amigos ou a perder a virgindade antes do casamento. São tentados a mentir para os pais, a ver filmes indecentes, a ficar sob luzes piscantes e curtir músicas maliciosas. O mundo tem sua própria fornalha ardente à espera daqueles que não se conformam em adorar seus ídolos. É a fornalha de ser desprezado, ridicularizado. Os que são fiéis a Deus são chamados de retrógrados. Para muitos crentes a pressão parece irresistível. Mas fidelidade é uma questão inegociável.
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
II. A NOSSA FIDELIDADE NÃO NOS ISENTA DE PROBLEMAS , MAS NOS PROVE PROVISAO NO MEIO DOS PROBLEMAS – V. 21,25
• Deus não livrou os seus servos da provação, mas preservou-os na provação. Ele não impediu que os seus servos fossem atados, mas o fogo que devia destruí-los teve que livrá-los das cordas.
• Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. O Senhor está acima de tudo e nada pode transtornar os seus planos. A inveja e o ódio dos acusadores, a ira e a arrogância do rei, as cordas dos algozes e as chamas do fogo. Tudo está sob o controle de Deus.
• Deus não livrou esses moços da ameaça nem os impediu de cair na fornalha. Mas os livrou na farnalha. Ser crente não é ser poupado dos problemas, das provas, das aflições, dos problemas financeiros, dos problemas de saúde, dos problemas familiares. Mas ser crente é experimentar o livramento de Deus nos problemas.
• Os jovens foram jogados na fornalha, mas o quarto homem os livrou na fornalha. O fogo os libertou das amarras e o quarto homem os libertou do fogo. O próprio Nabucodonosor que disse: “E quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos” (v. 15) agora, precisa dizer: “Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego o qual enviou o seu anjo e livrou os seus servos que confiaram nele” (v. 28).
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
II. A NOSSA FIDELIDADE NÃO NOS ISENTA DE PROBLEMAS , MAS NOS PROVE PROVISAO NO MEIO DOS PROBLEMAS – V. 21,25
III. A NOSSA FIDELIDADE A DEUS, NÃO ESTA BASEADA SIMPLISMENTE NO QUE DEUS FAZ, MAS NO QUE ELE É – v. 17-18
• Aqueles jovens não serviam a Deus por causa dos benefícios recebidos de Deus. A religião para eles não era um negócio lucrativo. Eles serviam a Deus por causa do caráter de Deus. A vida deles não girava em torno do bem estar deles. O grande objetivo da vida deles era honra a Deus a despeito das circunstâncias adversas.
• Nabucodonosor tenta intimidá-los, dizendo que Deus nenhum podia livrá-los da sua mão (v. 15). Mas eles, não precisam defender a reputação de Deus, apenas obedecê-lo (v. 16-17). Eles honram a Deus não pelo que Deus possa lhes dar, mas por quem é (v. 18).
• Eles estão prontos a honrarem a Deus em toda e qualquer circunstância. As consequências pertencem a Deus. Nosso dever é fazer o que é certo. Não importa o custo e as consequências. É melhor ser morto prematuramente e encontrar o reto juíz em paz, do que viver um pouco mais e encontrá-lo em terror.
• Ter fé é confiar que a nossa vida está nas mãos de Deus. Ele faz o que lhe apraz. Não significa: Deus está nas minhas mãos e ele tem que fazer o que eu quero.
• Durante vinte séculos, os regimes totalitários disseram aos cristãos que estes deveriam conformar-se com suas exigências ímpias ou morreriam. Nunca isto foi tão verdadeiro como no século XX. Mais da metade de todos os mártires da história viveram no século passado. Em muitos países ainda o povo de Deu sofre perseguições. Definham nas prisões, suportam a dor de perderem seus filhinhos, gritam sob tortura e morrem horrivelmente. Enfrentam a morte para não serem infiéis a Deus.
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
II. A NOSSA FIDELIDADE NÃO NOS ISENTA DE PROBLEMAS , MAS NOS PROVE PROVISAO NO MEIO DOS PROBLEMAS – V. 21,25
III. A NOSSA FIDELIDADE A DEUS, NÃO ESTA BASEADA SIMPLISMENTE NO QUE DEUS FAZ, MAS NO QUE ELE É – v. 17-18
IV. QUANDO SOMOS FÍES A DEUS, ELE VEM AO NOSSO ENCONTRO.– V. 24-25
• O livramento no fogo é a estratégia de Deus. Quando somos fiéis a Deus, ele tem um encontro conosco na fornalha. Só temos duas escolhas: ou ficamos fora da fornalha com Nabucodosor, ou dentro dela, com Cristo. Não há meio termo. Mas o lugar de calor irresistível é também o lugar de comunhão intensa com o Salvador.
• Não há fornalha ardente que consiga destruir o povo de Deus. Tais fornalhas, de fato, acabam se tornando o próprio meio que Deus usa para preservar seu remanescente fiel e manter viva a sua verdade, no mundo.
• O quarto homem sempre vem ao nosso encontro na hora da aflição. Na hora da dor, na hora da humilhação. Ele é o Deus do livramento. É o Deus das causas perdidas. Jesus é o quarto homem que não o poupa da fornalha, mas o livra do fogo.
• EM QUE FORNALHA VOCÊ ESTÁ?
a) Problemas conjugais – O amor está esfriando, as mágoas estão crepitando como fogo, o diálogo está acabando? Sente que o seu casamento está amarrado, atado e atirado numa fornalha acesa de dor e lágrimas? O quarto Homem pode hoje trazer a você livramento.
b) Problemas financeiros – Situação amarga, noites indormidas, madrugadas insones, ansiedade, portas fechadas, desemprego, salário defasado, compromissos à porta? O quarto Homem pode trazer livramento. Ele é o dono de todo o outro e de toda a prata.
c) Problemas espirituais – A sua vida devocional está doente. Acabou a alegria da intimidade com Deus. Cessou a oração fervorosa, a devoção a Deus, a paixão pelas almas. O quarto Homem pode incendiar de novo o seu coração.
d) Problemas sentimentais – Você está com medo: medo da solidão, do abandono, de não ser aceito, de tropeçar, de naufragar. Mas Jesus pode livrar você hoje.
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
II. A NOSSA FIDELIDADE NÃO NOS ISENTA DE PROBLEMAS , MAS NOS PROVE PROVISAO NO MEIO DOS PROBLEMAS – V. 21,25
III. A NOSSA FIDELIDADE A DEUS, NÃO ESTA BASEADA SIMPLISMENTE NO QUE DEUS FAZ, MAS NO QUE ELE É – v. 17-18
IV. QUANDO SOMOS FÍES A DEUS, ELE VEM AO NOSSO ENCONTRO.– V. 24-25
V. DEUS É HONRADO QUANDO MANTEMOS A NOSSA FIDELIDADE. V 28-29
VI. A FIDELIDADE ATRAI PROSPERIDADE. V 30.
NADA É TÃO VALIOSO QUANTO A NOSSA FIDELIDADE A DEUS. ELE NOS CONVOCA A UMA VIDA DE FIDELIDADE.
SE FIEL ATÉ A MORTE.
Veja esta ilustração:
O JOVEM MENSAGEIRO
Um jovem recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a outro rei de uma terra distante. Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada...
- Cuida do mais importante e cumprirás a missão! Disse o soberano ao despedir-se.
Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada à cintura, sob as vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Assim, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco preocupava-se em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração.
- Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal - disse alguém.
- Não me importo - respondeu ele.
- Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará.
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportando mais os maus tratos, caiu morto na estrada. O jovem simplesmente amaldiçoou-o e seguiu o caminho a pé.
Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras. Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal. Estava exausto e sedento.
Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "Cuida do mais importante!" Seu passo tornou-se curto e lento. As paradas eram freqüentes e longas. Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota. Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada, onde ficou desacordado.
Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, encontrou-o e cuidou dele.
Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e com a maior desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
- "Porém, majestade, conforme me recomendaste, "Cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer!"
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos. Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:
"Ao meu irmão, rei da terra do Norte! O jovem que te envio é candidato a casar-se com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faze-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo.
Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e a força de quem o auxilia na jornada. Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido, nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha e nem àqueles que o servem.
ESTE JOVEM NÃO CUIDOU DO MAIS IMPORTANTE. NÃO FOI FIEL AO QUE ERA MAIS IMPORTANTE E VC.
NADA HÁ MAIS IMPORTANTE DO QUE A PESSOA DE DEUS.
VOÇE TEM SIDO FIEL A ELE EM SUA JORNADA.
VOÇE TEM CUIDADO DO QUE ELE TEM COLOCADO EM SUAS MAOS.
II CO 4: 2 REQUER QUE OS DISPENSEIROS SEJA ENCONTRADO FIEL.
DEUS DESEJA LEVANTAR UMA GERAÇAO DE HOMENS E MULHERES QUE SEJAM FIES.
HB 3.2 o qual é fiel aquele que o constituiu , como também o era Moises em toda a sua casa.
trabalhamos o fruto do espirito na dimensão com Deus. Amor, paz e alegria.
Na dimensão com o próximo. Longanimidade, bondade e benignidade.
Agora vamos analisar em relação a nós mesmos. Mas que tudo estar diretamente relacionado com Deus.fidelidade, mansidão e temperança.
Fidelidade é uma das virtudes mais importantes na vida cristã. Começa com nosso relacionamento com Deus, e então transborda em nosso relacionamento com outros. Deus é absolutamente fiel (Salmo 36:5; 1 Coríntios 1:9 fiel é Deus; 2 Timóteo 2:13 se somos infiéis ele permanece fiel.), e é Seu desejo que, pelo Espírito, essa fidelidade se torne uma parte de nosso caráter também.
Fidelidade mostra que o cristão será uma pessoa fiel em sua palavra e promessas; alguém confiável ou em quem se pode confiar. UMA PESSOA EM QUE DEUS POSSA CONFIAR.
O cristão é fiel como pessoa; fiel como um vizinho, amigo, pai, cônjuge, filho.
Ele é fiel em seus contratos; fiel às suas promessas.
Ninguém que não seja assim fiel pode ser um cristão.
Nos dias em que vivemos, quando metade de todos os casamentos está acabando em divórcio, e com muitas pessoas recebendo punhaladas pelas costas nos locais de trabalho, por parte de pessoas em quem elas pensavam poder confiar, esta qualidade é realmente necessitada em nossa época. Podemos até tornar nossa a oração do Salmista:
“Salva-nos, Senhor, pois não existe mais o piedoso; os fiéis desapareceram dentre os filhos dos homens. Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobre” (Salmo 12:1-2).
SIGNIFICADO DA PALAVRA
A palavra grega traduzida por fidelidade é pistis. Fidelidade é tanto uma atitude quanto uma ação demonstrada em relação a Deus e aos outros. Esta palavra grega é também a mesma palavra para “fé.” (Mt 23:23; 1Co 13:7, 1Co 13:13).
Fé, como fruto do Espírito é:
fidelidade,
veracidade,
confiabilidade
É uma graça essencial, fundamental, da vida cristã.
É uma sincera e inteira entrega a Deus, como a atmosfera espiritual na qual devemos viver.
É esse depender diário e consciente da ajuda Divina, sem nos alterar nem nos desanimar por causa das tormentas e furacões da vida.
No Novo Testamento a palavra é com freqüência usada como uma convicção ou crença com respeito a Deus e Cristo. Mas também é usada para descrever a qualidade de "fidelidade e devoção". É "o caráter de alguém que pode ser confiável." (THAYER). William Barclay a chama "a virtude da fiabilidade."
Aqui está o que alguns diferentes dicionários da Bíblia e comentários têm a dizer sobre esta qualidade:
Fidelidade torna alguém verdadeiro à sua promessa e fiel à sua tarefa;
Firme, dedicado, seguro e digno de confiança;
Firme, imutável .
Confiabilidade, lealdade e estabilidade.
Deus nos chama para uma vida de fidelidade.
1.Em primeiro lugar, devemos ser fiéis porque Deus é fiel.
Sl 33.4: "As palavras do Senhor são verdadeiras; tudo o que ele faz merece confiança".
# Deus é fiel consigo mesmo. Ele não age hoje segundo um princípio e amanhã segun¬do outro princípio. Ele nunca muda. "Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira ne¬nhuma pode negar-se a si mesmo" (lI Tm 2.13).
# Deus é fiel no sentido de ser fiel à sua palavra. Cada palavra que ele diz é verdade . Ele é verdadeiro quando fala. Quan¬do o Senhor faz uma promessa, podemos ficar certos de que a cumprirá integralmente. Josué declara esta verdade ao dizer: "Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor falara à casa de lsrael: Tudo se cumpriu" (Js
(...considerando que Deus quer que sejamos iguais a Ele, o desejo dEle é que sejamos fiéis).
# Deus é fiel para com o seu povo. Inumeráveis são os textos que narram a fidelida¬de que o Senhor teve para com o povo de Israel em toda a sua história. Hebreus estende à igre¬ja uma das promessas do Antigo Testamento: "De maneira nenhuma te deixarei, nunca jamais te abandonarei" (Hb 13.5). Por Deus ser fiel, a igreja pode descansar nele. "Aquele que come¬çou boa obra em vós há de completá-la até o dia de Cristo Jesus" (FI. 1.6).
Assim como Ele é fiel para com seu povo, espera que seu povo o seja para com Ele. Nós que compomos o povo de Deus, devemos estar atentos ao que a Palavra diz: "O que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel" (I Co 4.2).
2.Depois, a fidelidade é que torna a vida muito mais fácil
A infidelidade é a causa de muitos problemas, Pv 25.19: "Num momento de dificuldade, depender de uma pessoa que não merece confiança é como mastigar com um dente estragado, andar com um pé aleijado".
3. Outro motivo por que devemos ser fiéis é que Deus recompensa a fidelidade.
Na parábola dos talentos em Mt 25, Jesus diz que um dia Deus vai nos julgar [mas esse julgamento não vai avaliar nossa capacidade ou boas intenções] - Deus vai nos julgar e nos recompensar de acordo com a nossa fidelidade [a Bíblia diz que o homem fiel será ricamente abençoado].
Portanto, se quiser ser recompensado no céu, deverá ser uma pessoa fiel, confiável
Vamos observar nas escrituras um modelo de fidelidade a Deus. Vamos para Daniel 3.
Os três jovens hebreus provocaram uma nota dissonante no meio daquela sinfonia de servilismo.
Eles se recusam a pecar. Eles são ameaçados. Distoam da multidão. São intransigentes. São inconformistas. A verdade é inegociável. Não transigem com os absolutos de Deus. Não vendem a consciência. Preferem a morte que a infidelidade a Deus. Estão prontos a morrer, mas não a pecar.
a) O v. 12 – a acusação: ingratidão e desrespeito.
b) O v. 15 – A nova oportunidade e a ameaça: morte e impossibilidade de livramento.
c) O v. 16 – Não precisamos defender Deus, apenas honrá-lo:
d) O v. 17-18 – Cabe-nos obedecer a Deus e não administrar as consequências
e) O v. 19-20 – A ira dos homens é louca: aquecer a fornalha sete vezes e atar os homens.
f) O v. 25 – A intervenção do quarto homem é miraculosa: O fogo os livra das cordas e o quarto homem os livra do fogo.
Nesse episódio, aprendemos algumas lições importantes sobre fidelidade:
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
• Esses três jovens hebreus entendem que agradar a Deus é mais importante do que preservar suas próprias vidas. O principal ensino deste capítulo não é o livramento miraculoso. Não temos dificuldade de acreditar em milagres.
O principal ensino nesta capítulo é que três crentes jovens são tentados a praticar o mal e recusam-se a fazê-lo. Estão dispostos a discordar de todos, ainda que isso signifique uma morte horrível.
“Transigir” não é uma palavra do vocabulário deles. O pecado é pecado, e eles não o cometerão. Estão dispostos a morrer, mas não pecar. Eles não eram produto do meio. Eles estavam cercados de pessoas conformistas, mas eles tinham coragem para ser diferentes.
• A fidelidade deles não era um negócio com Deus. Muitas vezes a fidelidade a Deus pode nos levar para as fornalhas ou mesmo para a cova dos leões. Muitas vezes a fidelidade a Deus pode nos levar a ser rejeitados pelo grupo, a sermos despedidos de uma empresa, a sermos rejeitados na escola ou até mesmo a sermos mal compreendidos na família.
Nosso compromisso não é com o sucesso, mas com a fidelidade a Deus. Há muitas pessoas que conseguem o sucesso, vendendo suas consciências, transigindo com os valores absolutos. Esses moços não!
• Muitos jovens e muitos crentes hoje são tentados a ceder. Jovens cristãos são instados a se embriagarem com os seus amigos ou a perder a virgindade antes do casamento. São tentados a mentir para os pais, a ver filmes indecentes, a ficar sob luzes piscantes e curtir músicas maliciosas. O mundo tem sua própria fornalha ardente à espera daqueles que não se conformam em adorar seus ídolos. É a fornalha de ser desprezado, ridicularizado. Os que são fiéis a Deus são chamados de retrógrados. Para muitos crentes a pressão parece irresistível. Mas fidelidade é uma questão inegociável.
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
II. A NOSSA FIDELIDADE NÃO NOS ISENTA DE PROBLEMAS , MAS NOS PROVE PROVISAO NO MEIO DOS PROBLEMAS – V. 21,25
• Deus não livrou os seus servos da provação, mas preservou-os na provação. Ele não impediu que os seus servos fossem atados, mas o fogo que devia destruí-los teve que livrá-los das cordas.
• Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. O Senhor está acima de tudo e nada pode transtornar os seus planos. A inveja e o ódio dos acusadores, a ira e a arrogância do rei, as cordas dos algozes e as chamas do fogo. Tudo está sob o controle de Deus.
• Deus não livrou esses moços da ameaça nem os impediu de cair na fornalha. Mas os livrou na farnalha. Ser crente não é ser poupado dos problemas, das provas, das aflições, dos problemas financeiros, dos problemas de saúde, dos problemas familiares. Mas ser crente é experimentar o livramento de Deus nos problemas.
• Os jovens foram jogados na fornalha, mas o quarto homem os livrou na fornalha. O fogo os libertou das amarras e o quarto homem os libertou do fogo. O próprio Nabucodonosor que disse: “E quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos” (v. 15) agora, precisa dizer: “Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego o qual enviou o seu anjo e livrou os seus servos que confiaram nele” (v. 28).
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
II. A NOSSA FIDELIDADE NÃO NOS ISENTA DE PROBLEMAS , MAS NOS PROVE PROVISAO NO MEIO DOS PROBLEMAS – V. 21,25
III. A NOSSA FIDELIDADE A DEUS, NÃO ESTA BASEADA SIMPLISMENTE NO QUE DEUS FAZ, MAS NO QUE ELE É – v. 17-18
• Aqueles jovens não serviam a Deus por causa dos benefícios recebidos de Deus. A religião para eles não era um negócio lucrativo. Eles serviam a Deus por causa do caráter de Deus. A vida deles não girava em torno do bem estar deles. O grande objetivo da vida deles era honra a Deus a despeito das circunstâncias adversas.
• Nabucodonosor tenta intimidá-los, dizendo que Deus nenhum podia livrá-los da sua mão (v. 15). Mas eles, não precisam defender a reputação de Deus, apenas obedecê-lo (v. 16-17). Eles honram a Deus não pelo que Deus possa lhes dar, mas por quem é (v. 18).
• Eles estão prontos a honrarem a Deus em toda e qualquer circunstância. As consequências pertencem a Deus. Nosso dever é fazer o que é certo. Não importa o custo e as consequências. É melhor ser morto prematuramente e encontrar o reto juíz em paz, do que viver um pouco mais e encontrá-lo em terror.
• Ter fé é confiar que a nossa vida está nas mãos de Deus. Ele faz o que lhe apraz. Não significa: Deus está nas minhas mãos e ele tem que fazer o que eu quero.
• Durante vinte séculos, os regimes totalitários disseram aos cristãos que estes deveriam conformar-se com suas exigências ímpias ou morreriam. Nunca isto foi tão verdadeiro como no século XX. Mais da metade de todos os mártires da história viveram no século passado. Em muitos países ainda o povo de Deu sofre perseguições. Definham nas prisões, suportam a dor de perderem seus filhinhos, gritam sob tortura e morrem horrivelmente. Enfrentam a morte para não serem infiéis a Deus.
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
II. A NOSSA FIDELIDADE NÃO NOS ISENTA DE PROBLEMAS , MAS NOS PROVE PROVISAO NO MEIO DOS PROBLEMAS – V. 21,25
III. A NOSSA FIDELIDADE A DEUS, NÃO ESTA BASEADA SIMPLISMENTE NO QUE DEUS FAZ, MAS NO QUE ELE É – v. 17-18
IV. QUANDO SOMOS FÍES A DEUS, ELE VEM AO NOSSO ENCONTRO.– V. 24-25
• O livramento no fogo é a estratégia de Deus. Quando somos fiéis a Deus, ele tem um encontro conosco na fornalha. Só temos duas escolhas: ou ficamos fora da fornalha com Nabucodosor, ou dentro dela, com Cristo. Não há meio termo. Mas o lugar de calor irresistível é também o lugar de comunhão intensa com o Salvador.
• Não há fornalha ardente que consiga destruir o povo de Deus. Tais fornalhas, de fato, acabam se tornando o próprio meio que Deus usa para preservar seu remanescente fiel e manter viva a sua verdade, no mundo.
• O quarto homem sempre vem ao nosso encontro na hora da aflição. Na hora da dor, na hora da humilhação. Ele é o Deus do livramento. É o Deus das causas perdidas. Jesus é o quarto homem que não o poupa da fornalha, mas o livra do fogo.
• EM QUE FORNALHA VOCÊ ESTÁ?
a) Problemas conjugais – O amor está esfriando, as mágoas estão crepitando como fogo, o diálogo está acabando? Sente que o seu casamento está amarrado, atado e atirado numa fornalha acesa de dor e lágrimas? O quarto Homem pode hoje trazer a você livramento.
b) Problemas financeiros – Situação amarga, noites indormidas, madrugadas insones, ansiedade, portas fechadas, desemprego, salário defasado, compromissos à porta? O quarto Homem pode trazer livramento. Ele é o dono de todo o outro e de toda a prata.
c) Problemas espirituais – A sua vida devocional está doente. Acabou a alegria da intimidade com Deus. Cessou a oração fervorosa, a devoção a Deus, a paixão pelas almas. O quarto Homem pode incendiar de novo o seu coração.
d) Problemas sentimentais – Você está com medo: medo da solidão, do abandono, de não ser aceito, de tropeçar, de naufragar. Mas Jesus pode livrar você hoje.
I.A NOSSA FIDELIDADE A DEUS DEVE SER UMA QUESTÃO INEGOCIÁVEL – V. 12
II. A NOSSA FIDELIDADE NÃO NOS ISENTA DE PROBLEMAS , MAS NOS PROVE PROVISAO NO MEIO DOS PROBLEMAS – V. 21,25
III. A NOSSA FIDELIDADE A DEUS, NÃO ESTA BASEADA SIMPLISMENTE NO QUE DEUS FAZ, MAS NO QUE ELE É – v. 17-18
IV. QUANDO SOMOS FÍES A DEUS, ELE VEM AO NOSSO ENCONTRO.– V. 24-25
V. DEUS É HONRADO QUANDO MANTEMOS A NOSSA FIDELIDADE. V 28-29
VI. A FIDELIDADE ATRAI PROSPERIDADE. V 30.
NADA É TÃO VALIOSO QUANTO A NOSSA FIDELIDADE A DEUS. ELE NOS CONVOCA A UMA VIDA DE FIDELIDADE.
SE FIEL ATÉ A MORTE.
Veja esta ilustração:
O JOVEM MENSAGEIRO
Um jovem recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a outro rei de uma terra distante. Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada...
- Cuida do mais importante e cumprirás a missão! Disse o soberano ao despedir-se.
Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada à cintura, sob as vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Assim, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco preocupava-se em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração.
- Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal - disse alguém.
- Não me importo - respondeu ele.
- Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará.
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportando mais os maus tratos, caiu morto na estrada. O jovem simplesmente amaldiçoou-o e seguiu o caminho a pé.
Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras. Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal. Estava exausto e sedento.
Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "Cuida do mais importante!" Seu passo tornou-se curto e lento. As paradas eram freqüentes e longas. Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota. Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada, onde ficou desacordado.
Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, encontrou-o e cuidou dele.
Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e com a maior desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
- "Porém, majestade, conforme me recomendaste, "Cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer!"
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos. Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:
"Ao meu irmão, rei da terra do Norte! O jovem que te envio é candidato a casar-se com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faze-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo.
Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e a força de quem o auxilia na jornada. Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido, nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha e nem àqueles que o servem.
ESTE JOVEM NÃO CUIDOU DO MAIS IMPORTANTE. NÃO FOI FIEL AO QUE ERA MAIS IMPORTANTE E VC.
NADA HÁ MAIS IMPORTANTE DO QUE A PESSOA DE DEUS.
VOÇE TEM SIDO FIEL A ELE EM SUA JORNADA.
VOÇE TEM CUIDADO DO QUE ELE TEM COLOCADO EM SUAS MAOS.
II CO 4: 2 REQUER QUE OS DISPENSEIROS SEJA ENCONTRADO FIEL.
DEUS DESEJA LEVANTAR UMA GERAÇAO DE HOMENS E MULHERES QUE SEJAM FIES.
HB 3.2 o qual é fiel aquele que o constituiu , como também o era Moises em toda a sua casa.
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